Bolsa de Valores: jovens representam 50% dos investidores

Os jovens já representam 50% do total dos novos investidores na Bolsa de Valores. Isso mostra que os investimentos em renda variável estão se tornando cada vez mais populares no Brasil.

Bolsa de Valores

Jovens na B3

O número de investidores na Bolsa de Valores vem crescendo a passos largos se tornando cada vez maior. Em janeiro deste ano, a B3 atingiu a marca de 5 milhões de contas de pessoas físicas.

Um outro dado que chama a atenção é que a idade média dos ingressantes vem diminuindo. Só para ter uma ideia, 50% dos novos investidores possuem entre 25 e 39 anos. 

Isso mostra que a educação financeira está se difundindo mais entre essa faixa etária da população, que inclusive, é menos avessa ao risco. Quer saber mais? Então continue só mais três minutinhos por aqui.

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Por que os jovens são maioria na Bolsa de Valores?

Essa é uma pergunta muito fácil de responder. É só você pensar como era sua vida quando jovem. Normalmente, o jovem está mais disposto a correr riscos, pois passou por menos tombos durante sua vida.

E como hoje em dia investir na Bolsa de Valores está mais desmistificado, eles acabam entrando para esse universo, normalmente com pouco capital. Só para ter uma ideia, a mediana do primeiro investimento é de R$ 352.

Isso mostra, que para os jovens não há mais aquele enigma de que é preciso ter muito dinheiro para começar a investir. Além disso, o jovem também não tem medo de perder, o que já não acontece com a população adulta.


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Quais são os riscos de investir na Bolsa de Valores?

Investir na Bolsa de Valores é investir em renda variável. Ou seja, há riscos nesse investimento. Afinal, você está adquirindo uma pequena participação em uma empresa que pode tanto ir bem quanto não.

Imagine, por exemplo, que você aplicou R$ 10 mil em um CDB. Ao final de um ano, terá a certeza de que esse dinheiro rendeu para você. Claro que essa rentabilidade é pequena, mas ela é sempre positiva.

Já ao investir na Bolsa de Valores não há certeza de que a ação vai valorizar. Você pode investir em uma empresa cujo valor das ações é R$ 10 e em um ano o valor das ações passar a ser de R$ 8. Nesse caso, você perdeu 20% do seu capital.

Por isso, além de ter uma predisposição maior para correr riscos, é preciso também conhecer muito bem o mercado para começar a investir. Ou seja, saber como analisar uma ação e a macroeconomia como um todo.

A diversificação é a alma do negócio

Para quem pretende investir na B3, um dos pontos cruciais que precisa ser levado em consideração é a diversificação do investimento. Ou seja, saber colocar um pouco do capital em cada negócio diferente.

Nesse caso, não basta apenas diversificar entre empresas, é fundamental também diversificar entre setores. Por exemplo, você pode investir em uma empresa de petróleo, outra empresa de tecnologia, e por aí vai.

Se por um acaso uma empresa vai bem e a outra vai mal, essa é uma maneira de equilibrar os seus ganhos e perdas. No entanto, nem sempre isso acontece com os jovens que são levados muitas vezes pela ilusão dos ganhos fáceis.

Inclusive, esse é o alerta que muitos especialistas fazem. Afinal, é preciso entender que dá para ganhar dinheiro investindo na Bolsa de Valores, mas nem sempre isso é fácil e rápido, exige muita análise e paciência.

Mas uma coisa é certa: os investimentos estão cada vez mais acessíveis por grande parte da população. E o jovem brasileiro já está muito mais familiarizado com conceitos de finanças do que os adultos.

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