Diminuição da taxa de juros da casa própria pela Caixa

No dia 13/09 (última segunda-feira), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães afirmou que haverá redução na taxa de juros do financiamento imobiliário, diminuição que é vinculada ao aumento da taxa Selic.

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Caixa Econômica Federal

Baixa relacionada à Selic

Com uma média de 67,3% de todo o financiamento imobiliário disponibilizado no Brasil, o banco soma um volume de R$528,9 bilhões. A Caixa disponibiliza 4 modalidades de financiamento imobiliário:  TR (Taxa Referencial), IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), Taxa Fixa e a Poupança, que são influenciados pela taxa básica de juros, a Selic. 

“A Caixa vai reduzir os juros. Não tá aumentando a Selic? Então, a Caixa Econômica Federal, com um lucro que nunca teve, sim roubar, vai diminuir os juros da casa própria. Mas isso fica para quinta-feira”, afirma Guimarães. 

Como funciona a SELIC?

Selic, ou Sistema Especial de Liquidação e de Custódia é a taxa que influencia em todos os juros do Brasil, como de financiamentos, empréstimos, entre outros. 

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Quando o Banco Central baixa a Selic, a rentabilidade das taxas atreladas a ela cai e, com isso, o custo dos bancos também diminui. Assim, com a redução da Selic, a tendência é que os juros cobrados pelas instituições financeiras em empréstimos também caiam.

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Estímulo da poupança e movimentação da economia

Atualmente definida em 5,25% ao ano, a tendência é que ela encerre 2021 em 8% ao ano. À medida que o Banco Central aumenta a Selic, há um trabalho feito para conter a demanda, que reflete nos preços, afinal, os juros mais altos deixam o crédito mais caro e estimulam a poupança, o que reduz o controle da inflação e estimula o movimento da economia. 

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Mais benefícios para quem sonha com a casa própria

Para a maioria das pessoas, a taxa selic não significa muita coisa, afinal, elas não são bem informadas sobre o impacto dos juros sobre sua vida financeira. Porém, a baixa da Selic impacta positivamente em diversos setores, especialmente para quem deseja ter sua casa própria. Segundo a Abrainc, a cada 1% a menos na taxa de juros de financiamento, mais de 2,8 milhões de pessoas podem comprar imóveis. 

Dentro desse processo, podemos destacar dois principais benefícios: um, que é a ampliação do crédito obtido, afinal, com juros menores é possível parcelar um valor maior sem comprometer muito o valor da parcela, e outro, que é o valor mais baixo das parcelas, que compromete menos o orçamento da família compradora. 

Veja também:

Como ocorre a aquisição de recursos para crédito imobiliário

O banco faz a venda de títulos de investimento (geralmente chamados de CBDs), ou Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) para investidores, com a promessa de remuneração ligada ao CDI (cujas taxas são iguais à Selic). 

À medida que a Selic sobe, o CDI faz o mesmo movimento e o dinheiro que o banco pega emprestado para essas operações imobiliárias valoriza, e para compensar esse processo, ele sobe os juros do financiamento. Todo esse movimento aumenta a capacidade de financiamento do cidadão, 

Concorrência entre bancos facilita o processo de compra de imóveis

O mercado financeiro traz uma concorrência acirrada entre os agentes financeiros, principalmente no apelo à oferta de crédito imobiliário. Além da queda da Selic, tudo indica que o mercado financeiro traz uma concorrência acirrada entre os agentes financeiros, principalmente no apelo à oferta de crédito imobiliário. Além da queda da Selic, tudo indica que alguns bancos têm marcado presença na disputa para a atração de clientes, com estímulos adicionais e também a ampliação do valor do limite de crédito imobiliário.

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