Negociações de trabalho com criptomoedas já são realidade. Confira!

Uma negociação recente de trabalho envolvendo o jogador Lionel Messi chamou a atenção do mercado. Afinal, uma parte do pagamento do jogador argentino será feito por meio de criptomoedas.

Negociações de trabalho

criptomoedas

Recentemente, os noticiários do mundo todo viraram os holofotes para a contratação de Lionel Messi pelo Paris Saint-Germain. Um dos pontos que chamou a atenção na negociação foi que parte do pagamento foi feito em criptomoedas.

Segundo o próprio clube, o jogador vai receber pelo “PSG Fan Token” como parte do pagamento das “luvas” pela assinatura do contrato. Esse é um tipo de criptomoeda que permite ao seu detentor votar em pequenas decisões relacionadas ao clube, como escolher detalhes no vestuário por exemplo.

Assim como o Bitcoin, esse Fan Token pode ser negociado por meio de Exchanges como Binance, Mercado Bitcoin, dentre outras. Essa tendência de transações por meio de moedas digitais também já foi lançada por outros clubes como o Manchester City e o Milan.

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Criptomoedas já vem apontando como tendência

Cazou Vilela, CMO do Zro Bank, primeiro banco digital multimoedas do país, diz que as criptomoedas fazem parte de uma nova tendência de tecnologia que chegou para revolucionar o atual mercado financeiro mundial.

Vilela ainda destaca que essa tendência veio para ficar e que o seu maior diferencial é a possibilidade de valorização e a liberdade para a realização de transações, além da desburocratização e segurança na conversão desses ativos financeiros.

Para o especialista em direito digital Alexandre Zavaglia, professor da Finted Tech School, as transações de criptoativos estão impactando todas as atividades, até mesmo negócios entre empresas, ou contratação de profissionais como no caso do Messi.

“No entanto, isso não quer dizer que haja isenção de tributos ou de exigência de declaração, valendo as regras já existentes de cada país. No Brasil, a instrução normativa RFB 1.888/19 obriga informar as operações com criptoativos, tanto de pessoas físicas como jurídicas, podendo inclusive realizar o cruzamento com as informações prestadas pelas corretoras”, alerta Zavaglia.


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Bancos centrais já estudam adotar moedas digitais

Indo nessa direção da tecnologia, alguns bancos centrais já estão estudando a adoção de moedas digitais próprias. Esse é o caso do Brasil que pretende implantar o Real Digital em um prazo de 2 a 3 anos.

As moedas digitais emitidas pelos Bancos Centrais vão procurar aos poucos substituir as moedas físicas e criar uma nova lógica na macroeconomia. Afinal, isso dá um poder ainda maior para o governo em relação a movimentação do dinheiro.

No entanto, é necessário um grande estudo acerca do tema, uma vez que é preciso criar mecanismos que sejam capazes de combater a lavagem de dinheiro, financiamento a armas de fogo e terrorismo.

Contudo, essa é uma tendência praticamente irreversível que deverá chegar realmente para mudar a nossa relação com o dinheiro. Talvez, daqui alguns anos não teremos mais o papel-moeda circulando na economia.

O papel-moeda está então com seus dias contados?

Contratações como essa do Lionel Messi vem para confirmar uma tendência do mercado. Afinal, tudo indica que o papel-moeda está com seus dias contados e cada vez mais as pessoas serão adeptas das criptomoedas.

O grande problema é que hoje em dia a maioria das criptomoedas são mais usadas como ativos digitais do que moedas propriamente ditas, e por isso são pouco utilizadas para essa finalidade. Afinal, quem compra Bitcoin está pensando mais na sua rentabilidade do que em usá-lo em trocas comerciais.

No entanto, com a chegada das moedas digitais dos bancos centrais essa realidade vai mudar, uma vez que elas serão usadas com o propósito de serem realmente moedas, ou seja, usadas para intermediar trocas e não para obter lucro.

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