Coronavírus: Notas de dinheiro podem disseminar ainda mais a doença!

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O Coronavírus está na capa de todos os noticiários. No dia 11/03 a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou pandemia pela doença.

Como resultado, mercados do mundo todo entraram em pânico, e após um dia de recuperação, a bolsa voltou a cair e o dólar se valorizou frente ao real. Ainda não se sabe até que ponto os danos causados pela doença surtirão na economia brasileira.

Além de declarar pandemia, a OMS também alertou sobre o risco de notas de dinheiro disseminarem o coronavírus muito mais rapidamente. Em comunicado ao jornal britânico Telegraph, um porta-voz da instituição pediu para que as pessoas realizem transações por pagamento digital.

A rápida disseminação do coronavírus vêm causando pânico no mundo todo

Algumas dicas de higiene pessoal vem sendo repassadas pela OMS para se evitar o contágio da doença. Dentre elas, a organização sugere que as pessoas lavem bem as mãos após manusear as notas de dinheiro.

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Pois, de acordo com especialistas o vírus pode sobreviver na superfície de papel por vários dias. E como o dinheiro troca de mão frequentemente ele pode acumular diversos vírus e bactérias, inclusive o coronavírus.

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Por isso, o aconselhável é lavar bem as mãos ao manusear o dinheiro. Mas, o indicado mesmo é que as pessoas procurem meios alternativos para realizar pagamentos, como o uso do cartão de crédito por exemplo.

Esse alerta veio de encontro após China e Coreia do Sul começarem a desinfectar e isolar notas usadas em um esforço incomum para impedir que o vírus se alastre.

Para esterilizar o material foram usadas altas temperaturas e raio ultravioleta. As notas, portanto, só voltaram a circular após 14 dias do tratamento.


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Mudanças econômicas devem se intensificar

O papel-moeda já vem há alguns anos sendo substituído por outros meios de pagamento. Os cartões de crédito físico foram os primeiros a começar a substituir as notas de dinheiro. No entanto com o crescimento das fintechs o pagamento digital também começou a revolucionar os meios de troca.

Hoje é possível realizar uma compra, mesmo em estabelecimentos físicos, e pagar na maquininha de cartão por aproximação usando apenas o smartphone, sem a necessidade de ter sequer um cartão físico.

Com a proliferação do coronavírus, alternativas como essa tendem a se intensificar ainda mais e os hábitos de pagamento da população que já vinham mudando podem ter o seu processo acelerado.

Um outro ponto que o vírus está alterando são as compras. Para se evitar o contato físico, muita gente está preferindo realizar compras pela internet, sem a necessidade de sair de casa. Essa também é uma tendência que já vinha se avizinhando.

Desse modo, se o crescimento digital já era uma realidade, após essa pandemia de coronavírus, ele será hábito até entre pessoas de idade mais avançada.

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