Vendas de imóveis em São Paulo já superam níveis pré-pandemia!

As vendas de imóveis em São Paulo tiveram um crescimento de 35% em comparação ao momento pré-pandemia. Continue a leitura para mais informações.



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Vendas de imóveis em São Paulo

vendas de imóveis

As vendas de imóveis em São Paulo estão crescendo em ritmo acelerado.

Elas já superaram os níveis registrados antes da chegada da pandemia.

Só em agosto foram 6.350 apartamentos novos. Isso representa um aumento de 46,3% em relação a julho.

No comparativo com agosto do ano passado, o crescimento foi de 35%.



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Nos últimos 12 meses foram 48.885 unidades vendidas. 17,1% a mais do que nos 12 meses anteriores.



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Os dados da pesquisa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), mostram portanto, que está acontecendo, na construção civil, o crescimento em V – quando após uma queda rápida da atividade econômica, acontece uma alta na mesma intensidade.

O que justifica o crescimento das vendas de imóveis?

Primeiramente, as construtoras estão voltando a investir.

Após um período de incertezas, houve um aumento dos empreendimentos lançados no mês de agosto.

Em relação a julho, o crescimento de unidades lançadas foi de 207,5%.

Já na comparação com agosto do ano passado, o crescimento de lançamentos foi de 26,4%.

E o que é mais surpreendente é que o mês de agosto de 2020 foi o mais forte em vendas e lançamento desde 2004 quando se iniciou a pesquisa da Secovi-SP.

Por que as construtoras estão tão otimistas?

O principal fator para o otimismo é a queda na taxa de juros Selic.

Aplicações como CDB e poupança tornaram-se menos atrativas e muita gente procurou migrar o investimento para os imóveis.

Além disso, a queda nos juros aumenta a procura por financiamentos. E consequentemente aquece todo o setor.

As medidas econômicas adotas também deverão colaborar para o aquecimento setorial.

E por isso, o mercado poderá crescer acima da média pelos próximos dois anos.

O crescimento das vendas de imóveis foi em todos os setores?

O crescimento das vendas de imóveis foi equilibrado entre todas as classes sociais.

Ou seja, metade das unidades vendidas foram classificadas como econômicas.

Elas se inserem no programa Casa Verde e Amarela (antigo Minha Casa, Minha Vida).

Já a outra metade são dos segmentos de médio e alto padrão. O que mostra a tendência ao investimento também.

Como a expectativa da taxa Selic é de manutenção em 2% em 2020, com um leve crescimento para 2,5% em 2021, o cenário é animador.


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Os lançamentos deverão se intensificar?

Bem provavelmente os lançamentos continuarão a todo vapor.

Após um tempo de alta, seguido de estagnação e queda, o setor está entrando novamente no ciclo de crescimento.

As construtoras estão atentas. E por isso começaram a corrida pelos lançamentos.

São dois públicos procurando a construção civil: os investidores e quem quer sair do aluguel.

Portanto, há um mercado potencial que precisa ser bem aproveitado.

Está fácil conseguir um financiamento imobiliário?

Apesar dos juros mais baixos, a inadimplência ainda é alta.

Ela se torna um fator de risco na concessão ao crédito. E por isso as análises são mais criteriosas.

Profissionais autônomos com bom score de crédito, mas sem renda declarada possuem mais dificuldades de acessar esse financiamento.

Por outro lado, microempreendedores regularizados e funcionários assalariados estão conseguindo bons financiamentos.

Basta não ter restrição no nome e nem parte da renda comprometida com outros financiamentos.

O financiamento máximo é de 80% do valor do imóvel.

Algumas construtoras chegam a dividir o valor da entrada. Mas em um prazo bem menor.

O crédito imobiliário pode ser obtido na Caixa Econômica Federal, Santander, Itaú, Banco do Brasil, Inter e até mesmo no Bradesco que está com linhas bem atrativas.

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