Fintechs já possibilitam empréstimos entre pessoas físicas com taxas mais baratas. Saiba mais!



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Que a internet segue avançando a passos largos, todos já sabemos. Já conseguimos fazer a maioria das transações financeiras sem sair de casa. Pagamos contas, transferimos dinheiro, emitimos boletos, entre diversas outras funcionalidades que antes precisávamos enfrentar filas enormes em bancos.

A novidade do momento são aplicativos que permitem empréstimo entre pessoas físicas. A primeira plataforma no Brasil que faz esse tipo de transação é a Bullla, primeira fintech a operar no formato SEP (Sociedade de Empréstimo entre pessoas.

A fintech foi aprovada pelo Banco Central em setembro do ano passado e permite o empréstimo direto entre pessoas, sem intermediação bancária. Dessa forma, os tomadores de empréstimos têm acesso a taxas mais atrativas do que as disponíveis no mercado e os investidores têm a  possibilidade de melhores retornos.

Fintechs já possibilitam empréstimos entre pessoas físicas com taxas mais baratas.
Fintechs já possibilitam empréstimos entre pessoas físicas com taxas mais baratas. Imagem: Reprodução Internet

O aplicativo se  assemelha a aplicativos de transporte ou locação, onde o relacionamento é feito diretamente entre os interessados, o conhecido “peer to peer”. 



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No aplicativo Bullla, a avaliação é individual e quem tem interesse em fazer um empréstimo, consegue solicitar com taxas bastante atrativas. Para os interessados podem se cadastrar, basta não ter nenhum tipo de restrição financeira no mercado.



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Quando um tomador de empréstimo encontra um investidor interessado em sua proposta, transação é feita. Os juros que são pagos pelo tomador vão diretamente para o investidor, eliminando o spread bancário do mercado tradicional.

A Bullla já está disponível para download na Play Store e Apple Store e as transações podem ser realizadas também no site www.bullla.com.br. No site é possível fazer simulações para entender melhor as possibilidades e benefícios que a plataforma oferece.

No final das contas, o que antes era chamado de agiotagem, agora recebeu o nome de sociedade de empréstimo entre pessoas.

Propaganda em rede nacional

A fintech inclusive teve uma reportagem exibida no Jornal Nacional mostrando alguns casos de pessoas que fizeram esse processo. Um dos exemplos mostrados foi uma investidora de São Paulo que emprestou para um tomador também de São Paulo. 

O negócio foi concretizado sem que elas tivessem se encontrado pessoalmente. O negócio foi fechado através do aplicativo.

A vantagem para a tomadora do empréstimo foi o custo mais baixo. Ela pegou R$ 1 mil emprestado e vai pagar em quatro meses com juro mensal de 4%. Essa taxa é menor do que a média do crédito pessoal, que é de 6% no país. Segundo o Banco Central (BACEN), algumas instituições chegam a cobrar 27% ao mês.

O negócio foi lucrativo para ambas as partes, sendo que o tomador conseguiu uma taxa menor e o investidor ganhou mais do que em outras aplicações. Pois as rendas fixas têm taxas de no máximo 1%, sendo que o investidor ganhou nesse caso, um retorno de 3,45%. 

Sem intermediação bancária

O aplicativo Bullla é o único que não possui uma instituição financeira intermediando e formalizando os empréstimos. A plataforma serve como a instituição financeira e não lucra com juros. Seu lucro está no pagamento do serviço de análise de crédito, busca de investidor e formalização dos contratos.

A fintech só foi possível graças à mudança nas normas do Banco Central. O  aplicativo serve como intermediário entre os interessados em empréstimo e a investidores que tenham poupança e buscam uma rentabilidade maior.

Existe uma classificação para os interessados em obter empréstimo conforme um rating (AAA até C), e o investidor pode escolher para que perfil de tomador ele gostaria emprestar. Os valores para concessão do empréstimo variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, em até 12 parcelas.