Juros em alta permitem mais rentabilidade com Renda Fixa!

Com a taxa básica de juros da economia em uma tendência crescente, as aplicações em renda fixa voltaram a atrair a atenção dos investidores que já começaram a migração nas suas carteiras de investimentos.

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Taxa Selic

taxa de juros

Para quem achou que os investimentos em renda fixa simplesmente tinham morrido, se enganou. Com as constantes altas na taxa selic, esse tipo de investimento voltou a ganhar força e atrair os investidores.

Afinal, aplicações em CDB e Tesouro Direto costumam ter a sua rentabilidade amparada na Selic, e diante dessa nova alta, se tornaram mais atrativos. Isso sem dizer que esses tipos de investimentos são mais seguros do que ações na Bolsa de Valores, por exemplo.

Inclusive, a B3 que registrou alta durante 5 anos consecutivos no número de pessoas físicas investindo, viu o interesse dos investidores diminuir após o Copom elevar a taxa básica de juros da economia mais uma vez.

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Corrida pela renda fixa

Com a última elevação da Taxa Selic, saindo de 4,25% ao ano para 5,25% ao ano, o que se viu foi uma verdadeira corrida pela renda fixa. Até porque, de acordo com o último Boletim Focus, a expectativa é de mais alta pela frente.

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Afinal, com o avanço da inflação no país, o Copom vem procurando aumentar a taxa selic para desestimular o consumo e frear o avanço de preços. Sendo assim, fica mais atraente manter o dinheiro investido nessas aplicações.

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A expectativa é que a Taxa Selic chegue ao final de 2021 em 7,5%, ou seja, haverá mais alta nas próximas reuniões do comitê. Por isso, as corretoras já começaram uma verdadeira corrida para reajustar as carteiras dos seus clientes.


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Renda variável vai na contramão da Selic

Ao mesmo tempo que a renda fixa está se mostrando mais atrativa, o mesmo não se pode dizer dos ativos de renda variável. Afinal, com a alta da taxa selic há uma migração na carteira de aplicações dos investidores.

Além disso, como a intenção do aumento na taxa selic é desestimular o consumo, as próprias empresas acabam vendo o seu faturamento diminuir, entregando menos lucros para os seus acionistas.

Isso sem falar que os empréstimos e financiamentos também ficam mais caros, o que impede as empresas de ampliarem investimentos para aumentar a produção com capital de terceiros. Outro fator que colabora para a migração dos investidores para a renda fixa.

Portanto, esse é um bom momento para remanejar a carteira de investimentos, procurando diminuir o risco das aplicações. Inclusive, a tendência é de que a taxa selic se mantenha elevada pelos próximos dois anos.

Quais são os investimentos que se beneficiam dessa alta?

Dentre os investimentos que mais se beneficiam da alta na Taxa Selic, está o CDB, o Tesouro Selic e até mesmo a poupança, uma vez que a sua rentabilidade também é amparada na taxa básica de juros.

O CDB costuma seguir o CDI, que é a taxa de juros cobrada de um banco a outro por empréstimos realizados no curtíssimo prazo. Normalmente a rentabilidade do CDI é muito próxima da rentabilidade da Taxa Selic.

É preciso se atentar ao fato também que o aumento da Taxa Selic visa derrubar a inflação no médio e longo prazo. Por isso, contratos mais longos no Tesouro IPCA+ podem não ser uma boa alternativa para esse momento.

Apesar do IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo) ter uma tendência de alta para esse ano, a expectativa é que ele caia pela metade em 2022. Portanto, o cenário previsto para o ano que vem é um IPCA em torno de 3,9% ao ano e uma Selic em 7,5%.

Sendo assim, a rentabilidade do Tesouro Selic tende a ser quase o dobro da rentabilidade do Tesouro IPCA+ em 2022. Para quem deseja investir em renda fixa é muito importante acompanhar o relatório Focus emitido toda segunda-feira pelo Banco Central.

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