Pix já é responsável por mais da metade das transferências para as contas MEI Fácil do Neon!

Recentemente, o Banco Neon fez um levantamento e apontou que as transferências via Pix para as contas MEI Fácil já correspondem a 53,2% das operações, superando o TED e o boleto bancário.

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Transferências via Pix

Pix Neon

Em menos de 8 meses, o Pix já se tornou um dos principais meios de pagamento no Brasil, superando inclusive o TED e o DOC. Atualmente esse meio de pagamento só perde para os cartões de crédito entre as pessoas físicas.

Mas não são só as pessoas físicas que estão aderindo em massa ao Pix. De acordo com um levantamento feito pelo Banco Neon, os MEI´s (Microempreendedores Individuais) também estão aderindo à plataforma do Banco Central.

O serviço foi disponibilizado aos microempreendedores em março deste ano pelo Neon, e logo no primeiro mês já foi utilizado por 22% das contas MEI´s. De lá pra cá, o método foi crescendo mês a mês.

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Crescimento nas transações via Pix

Conforme antecipamos, no primeiro mês de implantação do Pix para MEI´s no Banco Neon, em março deste ano, o sistema foi usado por 22% dos clientes. Na ocasião 35,1% do cash in foi feito via boleto, 34,4% via TED, 7,2% via maquininha e 1,2% via DOC.

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Em abril, o Pix já representava 40,1% do volume transacionado pelas contas digitais MEI Fácil. Em maio o percentual subiu para 49,4% e em junho para 53,2%. Neste mesmo mês as transações via TED caíram para 18,9%.

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Isso mostra, que com o tempo o TED foi perdendo espaço para o Pix, inclusive nas transações feitas entre as transferências feitas para contas fora do MEI que representavam 45,5% do cash in em junho.

“Antes da chegada do pagamento instantâneo, o método mais utilizado por esse público para receber, era o boleto, que pode demorar a ser pago e ainda mais a cair na conta desse microempreendedor. O Pix simplificou muito esse processo: com ele, o MEI recebe na hora, permitindo um fluxo de caixa ainda melhor”, diz Roberta Pepe, Gerente de Negócios PJ da Neon. 


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Pix deverá crescer ainda mais no Brasil

Os dados já estão mostrando que o Pix realmente veio para ficar. Não é à toa que já existem mais de 274 milhões de chaves cadastradas. Isso mesmo, existem mais chaves do Pix do que número de habitantes no país, que está em torno de 213 milhões.

Isso acontece porque cada pessoa pode ter mais do que uma chave Pix cadastrada. Ou seja, uma pessoa que possui conta em 3 bancos, por exemplo, pode ter uma chave Pix cadastrada para cada uma das suas contas.

Além disso, as pessoas jurídicas também podem fazer o cadastro da chave Pix usando o CNPJ da empresa. Ainda existem brasileiros que não usam a plataforma de pagamentos do Banco Central, mas eles devem se tornar uma pequena minoria em breve.

Ainda mais com a chegada da 3ª etapa do Open Finance que vai permitir a realização de transferências Pix sem a necessidade de acessar o App do banco. Ou seja, elas podem ser inicializadas através do iFood, WhatsApp ou qualquer outro aplicativo.

Com o Pix, o papel-moeda está com seus dias contados

A chegada do Pix veio evidenciar uma tendência que já está sendo apontada há algum tempo, que é o fim do papel-moeda. Inclusive, o próprio Banco Central já está estudando a criação da sua moeda digital chamada de Real Digital. Interessante, não é mesmo?

O Open Finance que está sendo implementado no Brasil também servirá para colaborar com essa tendência, afinal ficará muito mais democrático o acesso ao crédito aumentando assim a bancarização de toda população.

E você, o que acha dessa evolução? Se gostou deste artigo não deixe de compartilhar com todos os seus amigos e parentes nas suas redes sociais e nos ajude a disseminar o conhecimento.