XP e Atmos investem R$ 250 milhões no Will Bank!

O Will Bank, um dos mais novos bancos digitais do país, recebeu recentemente um aporte de R$ 250 milhões do fundo de private equity da XP Investimentos e Atmos Capital, para expandir ainda mais a sua atuação.

Will Bank

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O Will Bank recebeu um aporte de R$ 250 milhões do fundo de private equity da XP Investimentos e Atmos Capital. Dessa forma, as instituições passam a ter uma participação minoritária no banco digital que não para de crescer.

Para se ter uma ideia, o Will Bank possui uma forte participação no nordeste e já conta com mais de 1 milhão de clientes ativos. Grande parte deles viviam à margem do sistema financeiro nacional, e agora estão sendo incluídos.

A estratégia do banco, portanto, não é a mesma do Nubank e Banco Inter, que estão brigando para atrair os bancarizados insatisfeitos. O Will Bank está em busca da população desbancarizada, que reside principalmente no nordeste.

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Will Bank é um retrato do Brasil

O Will Bank é um verdadeiro retrato do Brasil. Afinal, 60% dos clientes da instituição vivem no nordeste, e 55% em cidades com menos de 100 mil habitantes. Para se ter uma base, 40% dos clientes do banco digital nunca tiveram um cartão de crédito antes.

Felipe Félix, CEO e cofundador do Will Bank, chegou a afirmar que a instituição é realmente o banco para os invisíveis do crédito. Afinal, ele oferece uma conta digital acompanhada de um cartão de crédito logo na sua abertura.

Félix ainda argumenta que a relação das pessoas com os bancos é um pouco machucada, e que grande parte delas consideram o produto caro, e que não conseguem ter acesso ao crédito no momento que mais precisam.


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Muito mais do que apenas um banco digital

O que se viu no Brasil no último ano foi um crescimento abrupto dos bancos digitais. No entanto, grande parte deles não oferece acesso ao crédito para os clientes, o que acaba dificultando a inclusão financeira de algumas pessoas.

Imagine o seguinte: um banco digital que só oferece um cartão de débito, somente pode ser movimentado se o cliente fizer um depósito via boleto bancário por exemplo. Mas para quem acaba recebendo o salário em dinheiro vivo, isso não se torna atraente.

Já, se a conta digital oferece um cartão de crédito, o cliente pode ir usando o produto, e então no final do mês fazer o pagamento da fatura com o dinheiro. É uma maneira de aumentar a inclusão bancária de forma mais efetiva.

Por isso, Felipe Félix enaltece que não basta apenas dar uma conta digital. É preciso, sobretudo, incluir as pessoas desbancarizadas. E é justamente essa a missão que o Will Bank traz. E por isso a instituição já liberou mais de 1,7 milhões de cartões de crédito.

Crescimento em 2021 deverá ser agressivo

O Will Bank teve um grande crescimento no ano de 2020, e em 2021 não deverá ser diferente. Só para ter uma ideia, o cartão de crédito do Will transacionou cerca de R$ 4,5 bilhões só no ano passado.

Para 2021 essas transações podem chegar a R$ 8 bilhões, quase o dobro. O faturamento da instituição também deverá seguir a mesma trajetória e saltar de R$ 500 milhões em 2020 para aproximadamente R$ 850 milhões em 2021.

Os números mostram o bom momento que o Will Bank está vivendo, inclusive tornando-o a 2ª maior instituição de pagamento do Brasil, ficando atrás apenas do Nubank. Não é à toa que o banco vem atraindo a atenção de investidores de peso. E para os próximos meses muita novidade deverá ser anunciada.

E você, já conhece o Will Bank? Se gostou deste artigo não deixe de compartilhar com todos os seus amigos e parentes nas suas redes sociais e nos ajude a disseminar o conhecimento.