Educação financeira: afinal, o que isso significa?

Após a chegada da pandemia de Covid-19 aumentou a procura por conteúdos de educação financeira. No entanto, muita gente ainda não sabe o que significa esse termo. Quer saber? Confira!



Anúncios



Publicidade

Educação financeira

educação financeira

Nos últimos tempos, principalmente do ano passado para cá, cresceu muito o termo “educação financeira”. Hoje é educação financeira pra cá, educação financeira pra lá, mas afinal, o que significa isso? Você sabe?

Apesar de muito se falar sobre educação financeira, a verdade é que pouca gente sabe exatamente o que ela significa. E para ajudar na compreensão deste termo, hoje vamos falar um pouco mais sobre isso.

Em resumo, educação financeira nada mais é do que saber como lidar com nossas finanças pessoais, administrando o nosso orçamento doméstico e nossos gastos. Quer saber mais sobre isso? Então continue com a gente só mais alguns minutinhos.

O que é a educação financeira?

A educação financeira diz respeito à forma que lidamos com nossas finanças: gastando, poupando e investindo. Apesar de parecer algo um pouco simples, a verdade é que o termo traz um pouco de complexidade por trás.



Publicidade

Afinal, dentro da educação financeira estão englobados temas como reserva de emergência, renda fixa, renda variável, custos, investimentos, orçamento doméstico, poupança, previdência privada.



Anúncios

De forma básica, podemos dizer que uma pessoa é educada financeiramente quando ela sabe organizar o seu orçamento doméstico, gastando menos do que ganha, e aplicando parte do seu dinheiro para não faltar.

O primeiro passo para uma boa educação financeira é gastar menos do que ganha. O segundo passo é construir uma reserva de emergência, e o terceiro passo é começar a investir parte do que você está guardando.

O que seria a reserva de emergência?

A reserva de emergência nada mais é que um valor que você precisa ter guardado em uma aplicação de curtíssimo prazo. Ou seja, que você pode resgatar a qualquer momento sem comprometer a rentabilidade.

Esse valor precisa ser de aproximadamente 6 vezes o seu custo de vida mensal. A partir do momento que você tem esse valor da reserva de emergência guardado, então poderá começar a investir em outros fundos.


Veja também:


O que é renda fixa?

A renda fixa é um investimento feito por quem tem um perfil mais conservador. Nesse caso o retorno não é alto, mas também não existe risco na operação. Ou seja, ao investir nesse ativo, não há chances de perder.

São exemplos de investimento de renda fixa a poupança, o CDB, LCI, LCA e até mesmo títulos do Tesouro Direto. Essas aplicações podem ser feitas por meio de corretoras, assim como por bancos e fintechs.

E o que é renda variável?

A renda variável, diferente da renda fixa, possui uma variação na rentabilidade. Nesse caso, não é possível prever quanto se ganhará com aquele ativo. No entanto, apesar de possuir mais risco, o retorno também é maior.

São exemplos de ativos de renda variável, ações na bolsa de valores, fundos de investimento imobiliário, fundos de ações, debêntures, dentre outros. Para investir nesse tipo de ativo é preciso, acima de tudo, muito conhecimento.

Previdência privada

Por fim, a previdência privada é uma aplicação de longo prazo, que pode ser feita de dois modos: pelo VGBL ou PGBL. A principal diferença entre eles é que o segundo pode ser usado para deduzir o imposto de renda nas declarações completas.

Esse é um tipo de investimento feito para complementar a aposentadoria, e está crescendo muito nos últimos anos, principalmente após a reforma da previdência que dificultou um pouco mais a aposentadoria de todo brasileiro.

Em linhas gerais, educação financeira é conhecer alguns princípios básicos de investimento e orçamento doméstico, e procurar controlar os impulsos para não gastar mais do que se ganha durante o mês.

Gostou deste artigo? Então compartilhe com todos os seus amigos e parentes nas suas redes sociais e nos ajude a disseminar o conhecimento.