Gás de cozinha mais caro? Saiba como se organizar!

O reajuste do preço do gás de cozinha será de 6%, como informa a Petrobrás. Essa é a 11ª alta em nove meses. Continue a leitura para mais informações.

Gás de cozinha mais caro

Gás de cozinha mais caro

A Petrobrás anunciou que vai elevar o preço do gás de cozinha em 6% a partir desta quinta-feira (7). O anúncio foi feito na última quarta-feira (6).

Por conta desse reajuste, o valor praticado pela Petrobrás será de R$ 35,98 por 13 kg. A empresa inclusive disse em nota que desde novembro de 2019 igualou os preços de GLP para os segmentos residencial e comercial / industrial.

Esse é o produto que é vendido pela Petrobrás para as distribuidoras a granel. São as distribuidoras as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijões.

São elas também, junto das revendedoras, as responsáveis pelos preços ao consumidor final. Quer saber mais? Então continue com a gente.

Como fica o preço do gás de cozinha?

Com esse novo reajuste, o preço do gás de cozinha deverá ficar entre R$ 74 e R$ 98 para o consumidor final. Essa é a 11ª alta em nove meses.

Famílias mais volumosas, que usam o gás com mais frequência poderão sentir mais no bolso. O reajuste também impacta a alimentação fora de domicílio.

Até porque, os restaurantes costumam colocar o preço do gás no custo para precificar os seus produtos. Portanto, o momento exige cautela e planejamento.

Afinal, com o gás de cozinha mais caro, é preciso refazer o orçamento doméstico, rever despesas, para não se atrapalhar no final do mês.

Como faço para organizar o orçamento?

O primeiro passo para começar a organizar o orçamento, com base nesse aumento, é ver onde haverá o impacto em relação ao gás de cozinha.

Por exemplo, um lanche que é feito na chapa e por isso necessita gás irá provavelmente aumentar o seu valor.

Já uma pizza que é feita no fogão à lenha, não terá um impacto direto no seu valor, visto que não usa gás de cozinha na sua produção.

Dessa forma, ao notar que alguns produtos ficaram mais caros no orçamento, o ideal é fazer a substituição por produtos mais baratos.

Ainda mais agora que o auxílio emergencial acabou e a renda ficará mais curta a partir deste mês de janeiro.


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Então vão subir quase todos os produtos alimentícios?

Embora o gás de cozinha venha sofrendo aumentos constantes, isso não quer dizer que o valor será repassado por todos os restaurantes.

Afinal, por conta da pandemia, o movimento dos bares e lanchonetes diminuiu, e como esse custo não representa um percentual tão elevado em relação ao produto, muitos estabelecimentos vão segurar o aumento.

Alguns, certamente, vão começar a trabalhar com uma margem um pouco menor, para evitar o descontentamento do consumidor final.

Por isso, o importante é acompanhar para ver como fica. E se você notar uma alta nos produtos que consome, procure fazer a substituição.

Corte o que for desnecessário nesse momento

Para passar por tempos difíceis, é aconselhável cortar os gastos desnecessários neste momento. Inclusive a alimentação fora de domicílio.

Sendo assim, faça um planejamento, e coloque na ponta do lápis toda a entrada e saída de dinheiro, e veja onde é possível cortar.

Não hesite em cortar pequenos gastos. Afinal, de grão em grão a galinha enche o papo. E muita gente peca exatamente nisso.

Gastos de R$ 20, R$ 10 e R$ 5, muitas vezes são desconsiderados pelas pessoas por parecerem pequenos. E é aí que é necessário atenção.

Por exemplo, se você tem uma conta bancária com uma mensalidade de R$ 25 irá pagar no ano R$ 300. Ao substituir essa conta por uma em um banco digital como o Banco Pan, por exemplo, irá fazer essa economia.

Esse é apenas um exemplo, sendo que o ideal é que você faça isso em todo o seu orçamento. Gostou? Então compartilhe com seus amigos nas redes sociais.