Mais da metade dos empresários do comércio teme nova onda de Covid-19

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Fecomércio de Minas Gerais, 58,% dos comerciantes mineiros estão receosos de uma piora na pandemia o que levaria novamente ao fechamento das empresas.

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Covid-19

Nova onda covid-19

Pelo visto, a pandemia de Covid-19 trouxe alguns traumas ao comerciante brasileiro. Segundo um levantamento do Fecomércio MG, 58,5% dos varejistas mineiros temem que a piora da pandemia leve novamente ao fechamento de empresas.

Um dos fatos para tal temor é a chegada da variante Delta que tem causado novos surtos da doença, principalmente em pessoas não vacinadas, o que preocupa as autoridades. Em Minas Gerais, já são 12 casos de infecção pela cepa indiana.

Os dados foram fornecidos pelo Painel de Monitoramento dos casos de Covid-19 do governo Estadual. É válido destacar que para frear a disseminação dessa variante, alguns países voltaram a adotar o distanciamento social.

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Temor dos empresários do comércio

No início da Pandemia de Covid-19, o setor de comércio foi um dos mais afetados. Afinal, diversos estabelecimentos no país todo foram obrigados a fecharem suas portas por conta do isolamento social imposto.

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Com o avanço da vacinação, porém, a vida foi aos poucos normalizando. Entretanto, uma nova variante indiana, conhecida como Delta, tem causado novos surtos da doença em diversos Estados brasileiros. Em Minas Gerais, são 12 casos identificados.

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Por conta disso, 58,5% dos empresários do comércio têm se mostrado receosos em relação a uma nova onda de Covid-19 que os obrigaria a fechar o comércio novamente. No entanto, dessa vez parece estarem melhor preparados para isso.

De acordo com o mesmo levantamento, 64,1% dos entrevistados disseram ter condições de manter a empresa funcionando mesmo que o isolamento perdure por um tempo. Inclusive, 35,5% dos entrevistados disseram ter condições de manter o negócio por mais de um semestre.


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Quais outros dados foram levantados com a pesquisa?

De acordo com a quarta edição da pesquisa de opinião “Impactos do novo coronavírus na atividade econômica”, elaborada pela Fecomércio MG, 45,5% dos empresários entrevistados precisaram fechar o estabelecimento por conta da pandemia.

Desse total, 81,8% ainda sofrem com os impactos da crise sanitária, principalmente em relação à queda na receita que ela causou, além do aumento nos estoques e a perda de funcionários, o que torna a situação preocupante.

Até porque, 37,2% dos entrevistados disseram que tiveram problemas de liquidez e falta de recursos, e 43,7% precisaram solicitar empréstimos ou crédito junto às instituições financeiras para honrar os seus compromissos.

Além disso, 51,8% dos entrevistados disseram que mesmo após a retomada, o fluxo de clientes não retornou ao nível pré-pandemia, e 61,8% entendem que o fluxo não retornou sequer ao nível esperado por eles.

Empresários recorreram a redução de custos para driblar a crise

Para conseguir enfrentar esse momento e driblar a crise, 53,5% dos entrevistados disseram que precisaram cortar gastos para manter as atividades. Dentre as principais medidas adotadas está a adoção da redução dos pedidos de estoque (43,75%).

Na sequência vieram a negociação dos contratos (17,1%) e o corte no quadro de funcionários (3,3%). A boa notícia é que apesar do cenário não ser nada animador a grande maioria dos entrevistados (67,6%) não precisou demitir.

O que contribuiu para isso foram os benefícios concedidos pelo governo, visto que 41,3% adotaram alguma medida do Benefício Emergencial de Preservação de Emprego e Renda (BEm). 

O grande destaque está para a redução da carga horária e salário dos empregados (66,5%), a antecipação das férias (52,4%), e a suspensão do contrato de trabalho (38,4%). É preciso destacar que o avanço da vacinação pode contribuir para uma retomada econômica.

A pesquisa de opinião “Impactos do novo coronavírus na atividade econômica” foi realizada entre os dias 26 de julho e 4 de agosto de 2021, com 398 empresas do comércio varejista, atacadista e de serviços de Minas Gerais.

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