Número de desbancarizados cai 73% no Brasil

Em um estudo recente, a Mastercard em parceria com a Americas Market Intelligence, revelou que a população desbancarizada do Brasil caiu 73% durante a pandemia de Covid-19. Confira!



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Número de desbancarizados cai

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No ano passado a Mastercard em parceria com a Americas Market Intelligence, realizou o estudo “Aceleração da inclusão financeira durante a pandemia da Covid-19” que mostrou que o número de brasileiros desbancarizados caiu 73% durante a pandemia.

Essa diminuição no número de desbancarizados é justificada pelo aumento na oferta de bancos digitais e também pela necessidade das pessoas em realizarem serviços bancários pelo App por conta do distanciamento social.

O estudo foi realizado com consumidores do Brasil, México, Argentina e Colômbia e revelou também que os subsídios governamentais foram essenciais para aumentar o acesso ao sistema bancário na região. Quer saber mais? Continue por aqui.

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Auxílios governamentais impulsionam bancarização

O número de desbancarizados caiu 73% durante a pandemia, sendo uma das principais justificativas, o auxílio emergencial pago no Brasil, o ingresso solidário na Colômbia e o ingresso familiar de emergência na Argentina.



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Como grande parte desses benefícios foi pago por meio de contas bancárias, isso impulsionou grande parte da população a abrir uma conta digital para recebê-lo. Segundo o próprio estudo, sem esses benefícios, a redução da população não bancarizada teria sido de apenas 25% em toda América Latina.



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No Brasil, durante o ano passado houve mudanças na forma como o auxílio emergencial foi pago para as pessoas. Uma norma que proibia a transferência ou saque por 30 dias fez com que os consumidores passassem a realizar mais operações digitais com ele.

Afinal, nas contas digitais é possível gerar um boleto de pagamento. E essa foi uma das saídas encontradas por grande parte da população para não precisar esperar os 30 dias para fazer a transferência dos recursos.


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Crescimento do número de contas digitais

Só para ter uma ideia, em maio do ano passado, menos de 5% das transações envolvendo o auxílio emergencial eram feitas de forma online e 35% delas eram por meio de saques. Em agosto essa realidade mudou.

As transações realizadas naquele mês pelo aplicativo atingiram a marca de 63% enquanto as operações com saques caíram para 15%. Fora isso, a quarentena também estimulou o comércio eletrônico e o uso de novas tecnologias.

Dessa forma, pagamentos por aproximação e pagamentos em tempo real passaram a fazer parte do cotidiano de todos os brasileiros. Em resumo, a pandemia mudou a relação do brasileiro com o dinheiro.

Hoje em dia, além de mais bancarizada, a população também está procurando mais conteúdos sobre finanças pessoais para aumentar a sua poupança e começar a encontrar novas formas de investimentos.

Inclusão financeira e digital

De acordo com João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul, a inclusão financeira e digital ajuda as pessoas a prosperarem, sendo mais produtivas e vivendo com mais estabilidade.

Para Paro Neto, uma coisa puxa a outra. Ou seja, a inclusão financeira é consequência do aumento da inclusão digital, e por isso o Estado precisa estar focado em incluir digitalmente o maior número de pessoas no pós-pandemia.

Só para ilustrar, um levantamento feito pelo Banco Mundial apontou que 40 milhões de pessoas na América Latina criaram contas em instituições financeiras durante os cinco primeiros meses de pandemia.

Enquanto na Argentina a população desbancarizada caiu 18% e na Colômbia caiu 8%, no Brasil o número foi bem mais expressivo. Por aqui a queda da população desbancarizada foi de 73% em apenas 5 meses.

A pesquisa foi realizada entre os meses de junho a agosto de 2020 com foco nos consumidores do Brasil, México, Argentina e Colômbia. Foram analisados dados divulgados pelo governo e instituições financeiras, além de ouvir 18 instituições bancárias, dentre fintechs e bancos tradicionais dos 4 países.

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