Um ano de Pix. Revolucionou o sistema de pagamentos e já chega a 100 milhões de usuários

O Pix está comemorando o seu primeiro ano de vida, com um crescimento bastante expressivo, superando os principais meios de transferências até então: o DOC e o TED.

Aniversário do Pix

Um ano de Pix

No último dia 16 de novembro o Pix comemorou o seu primeiro aniversário. Desde o seu lançamento a plataforma do Banco Central já cresceu incríveis 639% e chegou a marca de 101,3 milhões de usuários.

O sucesso é justificado pela facilidade que o Pix trouxe para a vida dos brasileiros. Até então os únicos meios de transferir dinheiro eram o DOC e o TED que eram taxados pela maioria dos bancos brasileiros.

Além disso, o pagamento por compras era feito via cartão de crédito ou débito e boletos bancários. Agora o comprador pode fazer uma compra usando o Pix e receber o produto muito mais rapidamente.

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A chegada do Pix e a revolução no sistema de pagamentos

No seu primeiro mês de vida, o Pix já teve 95,3 milhões de chaves cadastradas, esse número foi crescendo e hoje já supera os 330 milhões de chaves. As transações que foram de 33,5 milhões no primeiro mês, hoje chegam a 1,04 bilhão.

Além disso, as pessoas físicas que usam o Pix saltaram de 13,7 milhões no primeiro mês para 101,3 milhões. As empresas também começaram a usar mais esse sistema de pagamentos, e hoje já passam de 7,6 milhões.

Em resumo, a chegada do Pix tornou o DOC praticamente obsoleto. Afinal, enquanto o DOC só permite transações em horários e dias úteis, com o Pix você pode fazer transferências a qualquer hora do dia, em qualquer dia da semana.

Isso sem falar na facilidade. Pois, em uma transferência via DOC ou TED é preciso informar nome do beneficiário, conta corrente, CPF, dentre outros dados. Já para fazer uma transferência usando o Pix é só informar a chave Pix do recebedor.


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Transações usando o Pix já superam o TED e o DOC

Para se ter uma ideia do sucesso do Pix, as transações usando a plataforma do Banco Central já movimentaram R$ 1,6 trilhão em 2,4 bilhões de transações até agosto deste ano. Os números são superiores às operações de TED e DOC.

Contudo, em virtude de tanta facilidade o Pix também passou a ser alvo de golpistas. Até porque é muito fácil fazer um pagamento via Pix e ele é irreversível. Ou seja, uma vez que o dinheiro é transferido, não pode mais ser recuperado.

Por conta disso, o governo passou a limitar os valores de transações via Pix em R$ 1 mil no período entre às 20h e 06h para pessoas físicas e microempreendedores individuais. A regra também passou a valer para TEDs, transferências entre contas do mesmo banco e cartões de débito. A medida pretende coibir casos de fraudes, sequestros e roubos noturno, uma vez que houve um aumento no número de sequestros relâmpagos no último ano.

Pix não colabora para a criminalidade

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, disse recentemente que o Pix não está contribuindo para o aumento da criminalidade. Ele acredita que o aumento de roubos e sequestro está mais relacionado à reabertura da economia.

Segundo Campos Neto, se olhar o gráfico de incidências e de abertura econômica, o que aconteceu é que antes tinha um número de incidências e a economia fechou. Obviamente sem bar, restaurante e cinema, com todos em casa, os sequestros e roubos caem.

Quando a economia volta a reabrir, isso volta e o Pix surgiu bem no meio da pandemia, fazendo com que a reabertura acontecesse com o sistema já funcionando. Apesar de negar a relação, a partir deste mês as instituições financeiras poderão bloquear contas de pessoas físicas suspeitas de fraude por até 72 horas.

E a partir do dia 29 deste mês, também estarão disponíveis as opções Pix Saque Pix Troco que vai permitir a realização de saques pela ferramenta em estabelecimentos comerciais por meio da leitura de QR Code.

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