Coronavírus: O que acontece com dívidas atrasadas durante a crise



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O que antes não passava de um problema distante, tornou-se uma realidade em nossa vida, e as marcas deixadas pelo coronavírus poderão demorar muito tempo para serem superadas.

A principal preocupação neste momento diz respeito à renda das pessoas. Muita gente não sabe o que será daqui para frente. Microempresários e profissionais liberais muito provavelmente terão dificuldade de liquidez em seus negócios.

Isso quer dizer que muita gente não conseguirá honrar os seus compromissos. Como consequência, haverá um crescimento na inadimplência, sendo que muita gente não sabe como ficarão as dívidas durante a crise.

Para responder essa pergunta, o Procon-SP publicou um artigo para orientar às pessoas sobre como proceder nesse momento. É válido ressaltar que o Procon-SP tem como objetivo intermediar os conflitos entre consumidor e empresa.



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Como então ficam as dívidas neste momento?

De acordo com o Procon-SP, deverá neste momento ocorrer negociações entre consumidores e empresas. Ou seja, as organizações deverão estar abertas à renegociação de dívidas de um modo que fique bom para ambas as partes.



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Afinal, é comum que os consumidores em um momento tão crítico como esse priorizem a saúde e segurança que é um direito básico deles. Sendo assim, as empresas precisarão ter ciência disso.

Um outro ponto importante, é que durante a negociação entre consumidor e empresa, tudo fique devidamente documentado. Dessa forma, é importante guardar e-mail, e qualquer contrato findado relacionado à prorrogação das dívidas.

No momento da negociação é essencial também que o consumidor mostre sua real situação para a empresa. Caso a mesma não se mostre flexível e aberta a negociações, é possível procurar os canais de atendimento do Procon para receber as devidas orientações.


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O coronavírus exigirá mais compreensão e equilíbrio de todas as partes

Este é um momento bastante delicado para todos. Por isso, não é a hora de posturas radicais, muito pelo contrário, é preciso buscar o máximo de equilíbrio e harmonia para que ninguém saia prejudicado.

Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP, destaca que essa é uma situação atípica pela qual estamos passando. Trata-se de uma pandemia mundial que exige serenidade, bom senso, boa fé e agilidade para atender o direito do consumidor sem os riscos de excessiva judicialização.

Todo mundo está preocupado, e com razão. Desse modo, é um momento para que todos busquem a solidariedade e harmonia nas negociações. Afinal, serão meses difíceis para a economia mundial e brasileira.

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